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Termos de Uso
A brisa vaga no prado, Perfume nem voz não tem; Quem canta é o ramo agitado, O aroma é da flor que vem.
Virei-me sobre a minha própria existência, e contemplei-a: Minha virtude era esta errância por mares contraditórios, E este abandono para além da felicidade e da beleza.
Numa rede de presenças E ausências, Numa fuga para o ponto de partida:
Casa onde não mora ninguém, e eu batendo e chamando Pela dor de chamar e não ser escutado. Simplesmente bater.
É claro que te amo E tenho tudo para ser feliz
Meu coração, coisa de aço, Começa a achar um cansaço Esta procura de espaço Para o desenho da vida.
Somente a Ingratidão – esta pantera – Foi tua companheira inseparável! Acostuma-te à lama que te espera!
Estes meus tristes pensamentos Vieram de estrelas desfolhadas Pela boca brusca dos ventos?
Esperarei pelo tempo Com suas conquistas áridas.
Com uma palavra tão doce, de maneira tão serena, que até Deus pensou que fosse felicidade – e não pena.
Mas porém se acontecesse De São Pedro não abrisse A porta do céu E fosse de dizer qualquer tolice
E tão românticos seremos, de tão magoado romantismo