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Termos de Uso
Um Quociente apaixonou-se Um dia Doidamente Por uma Incógnita.
Calado estou, calado ficarei, Pois que a língua que falo é de outra raça.
Encontrei, afinal, o meu Nirvana!
Mas se o canto da lira achares pouco, Pede-me a vida, porque tudo é teu.
Reconcentrando-se em si mesma, um dia, A Natureza olhou-se interiormente!
A porta da verdade estava aberta, mas só deixava passar meia pessoa de cada vez.
Até não teres medo de morrer. E então serás eterno.
Era de vê-lo, imóvel, resignado, Tragicamente de si mesmo oriundo, Fora da sucessão, estranho ao mundo, Com o reflexo fúnebre do Increado:
No canteiro, uma violeta, e, sobre ela, o dia inteiro, entre o planeta e o Sem-Fim
Fator universal do transformismo. Filho da teleológica matéria, Na superabundância ou na miséria, Verme – é o seu nome obscuro de batismo.
Chorarei quanto for preciso, para fazer com que o mar cresça, e o meu navio chegue ao fundo e o meu sonho desapareça.
Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho Corre um rio sem fim.