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Termos de Uso
Meti todos os dedos mercenários Na consciência daquela multidão… E, em vez de achar a luz que os Céus inflama, Somente achei moléculas de lama
Daqui pra frente Tudo vai ser diferente Você vai aprender a ser gente Seu orgulho não vale nada
Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,
Rezaria seus versos, os mais belos, Desses que desde a infância me embalaram E quem me dera que alguns fossem meus!
Ainda que sua vida pareça cheia de coisas comuns, Em apenas um momento Ele pode te tocar e tudo mudará
Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo?
És feliz porque és assim, Todo o nada que és é teu.
Proclamem com beleza a Sua criação Os feitos de Sua mão, Sua glória e grandeza
Cárcere do ser, não há libertação de ti? Cárcere do pensar não há libertação de ti? Ah, não, nenhuma, nem morte nem vida nem Deus!
Venho de longe e vou para longe: mas procurei pelo chão os sinais do meu caminho e não vi nada
Eu te esperei todos os séculos sem desespero e sem desgosto, e morri de infinitas mortes guardando sempre o mesmo rosto
Eu estou causando-Lhe dor? Então eu sei que eu tenho que mudar: Eu simplesmente não posso suportar a idéia de feri-Lo.
Porque a vida, a vida, a vida, a vida só é possível reinventada.