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Termos de Uso
Entre o desenho do meu rosto e o seu reflexo, meu sonho agoniza, perplexo.
Mas tu não vieste ver minha Desgraça! E eu saí, como quem tudo repele, – Velho caixão a carregar destroços
A estrela sobe, a estrela desce… – espero a minha própria vinda.
Os bons vi sempre passar No mundo graves tormentos
Eu sei e você sabe Já que a vida quis assim Que nada nesse mundo levará você de mim
– E, de salas interiores, por altíssimas janelas, descobrem coisas mais belas, rindo-se dos professores…
Abri meus braços para alcançar-te: fechei meus braços, – não tinha nada!
Não é fácil viver entre os insanos, Erra, quem presumir, que sabe tudo, Se o atalho não soube dos seus danos.
O Veneno, sorvido, é vício O livro, lido, existe
Depois de escrever, leio… Por que escrevi isto? Onde fui buscar isto?
Sentir, sem que se veja, a quem se adora, Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos, Segui-la, sem poder fitar seus olhos, Amá-la, sem ousar dizer que amamos
Misérrimo! Votei meus pobres dias À sina doida de um amor sem fruto…