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Termos de Uso
É a encarnação do mal. Pulsa-lhe o peito Ermo de amor, deserto de piedade…
E eu vos direi: “Amai para entendê-las!”
Um dia veio, em que a descrença o aspeito Mudou de tudo: em túrbidas enchentes, A água um manto de lodo e trevas feito Estendeu pelas veigas recendentes.
uma divina música serena
Sempre o contraste! Pássaros cantando Sobre túmulos… flores sobre a face De ascosas águas pútridas boiando…
E invades, como um sonho, a imensa altura, – Ultima a receber o adeus do dia, Primeira a ter a bênção das estrelas!
E o chão, sob os seus passos murmurando, Segue-a de um hino, de rumor de festa…
Casa assombrada, Onde andam penitentes sombras e ecos de amor, E em que perdura a saudade, presença dos ausentes.
Espera! até que o dia resplandeça, Aquece-me com a tua mocidade!
Quem o molde achará para a expressão de tudo? Ai! quem há de dizer as ânsias infinitas Do sonho?
Fosse possível ser a imagem dela Depois de tantas mágoas esquecida!…
Lasciva dor, beijo de três saudades