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Termos de Uso
Ora dá-se! Mas que terrível idiossincrasia! Este anjo tem as regras de sintaxe!
Mantém-te jovem, pouco importa a idade!
Mas felizmente a vida nos conforta De esperança, uma dúbia claridade.
Ter saudade é viver passadas vidas, Percorrendo paragens preferidas, Ouvindo vozes que se têm de cor.
Mas, ai das tuas invenções supernas! Vivemos como os homens das cavernas
O corpo do Homem-Deus toma a forma da cruz Desde a cabeça aos pés, e duma à outra mão.
Graças a vós por este dom divino Que me defende do destino adverso, Tornando-me senhor do meu destino.
Pois se, de mim, não sei causa e destino, Que dos outros, do mundo, saberei? Que definir, se a mim não me defino?
Mas a crença subsiste, onipresente…