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E essa futura Ultrafatalidade de ossatura, A que nos acharemos reduzidos!
Vestido de hidrogênio incandescente, Vaguei um século, improficuamente, Pelas monotonias siderais…
E todo mundo que por ela passa Há de beber a taça da cicuta E há de beber até o fim da taça!
Assim a turba inconsciente passa
E eu aqui a chorar nesta noite tão fria! Agonia, agonia, agonia, agonia!
Por justaposição destes contrastes, Junta-se um hemisfério a outro hemisfério, Às alegrias juntam-se as tristezas…
Mas, para mim que a Natureza escuto, Este pântano é o túmulo absoluto, De todas as grandezas começantes!
Vieram todos, por fim; ao todo, uns cem… E não pôde domá-lo, enfim, ninguém…
Amor! E a satiríasis sedenta, Rugindo, enquanto as almas se confrangem, Todas as danações sexuais que abrangem A apolínica besta famulenta!
“Rasgue a água hórrida a nau árdega e singre-me!” E a verticalidade da Escada íngreme: “Homem, já transpuseste os meus degraus?!”
Entendi, depois disso, que devia, Como Vulcano, sobre a forja ardente Da Ilha de Lemnos, trabalhar contente, Durante as vinte e quatro horas do dia!
A dança dos encéfalos acesos Começa. A carne é fogo. A alma arde. A espaços As cabeças, as mãos, os pés e os braços Tombara, cedendo à ação de ignotos pesos!