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Termos de Uso
Isso é coisa de homem
Lá me esconde, amor, um mal, que mata e não se vê
Vede que os humanos Erros e cuidados Nos são tão pesados Como há dois mil anos.
Cansei-me de tentar o teu segredo No teu olhar sem cor…
Que as tuas mãos saibam colher aquilo que não foi…
Sabe Deus se te amei! Sabem as noites essa dor que alentei, que tu nutrias!
E do ventre de além-mundo, Sete crianças gritando Na boca dos fuzilados…
– Qual a mais forte das armas, A mais firme, a mais certeira?
E dizer-se que não tens nervos, ó nervosa, Dizer que não tens alma! Tão pequenina és tu, e, astuta e laboriosa…
Estás morto, estás velho, estás cansado!
Tudo se apaga, e se evapora, e perde, e esfuma…
Quantas e quantas almas endoidecem Enquanto a boca ri alegremente!