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Termos de Uso
Eu não tinha estas mãos sem força, Tão paradas e frias e mortas; Eu não tinha este coração Que nem se mostra.
Na volta escura da escada. O Anjo disse o meu nome.
Não cantes. A praça cheia torna-se escura e subterrânea. E meu nome se escuta a si mesmo, triste e falso.
Busque Amor novas artes, novo engenho Pera matar-me, e novas esquivanças, Que não pode tirar-me as esperanças, Que mal me tirará o que eu não tenho.
Porque sempre a encolhida cobardia De pedra serve ao livre pensamento.
Ninguém abra a sua porta para ver que aconteceu: saímos de braço dado, a noite escura mais eu.
Este lugar, moços do mundo, vede: É o grande bebedouro coletivo, Onde os bandalhos, como um gado vivo, Todas as noites, vêm matar a sede!
Leda serenidade deleitosa, Que representa em terra um paraíso; Entre rubis e perlas doce riso; Debaixo de ouro e neve cor-de-rosa;
Que os braços sentem E os olhos vêem Que os lábios sejam Dois rios inteiros Sem direção
Verdes são os campos, De cor de limão: Assim são os olhos Do meu coração.
Farei que amor a todos avivente, Pintando mil segredos delicados, Brandas iras, suspiros magoados, Temerosa ousadia e pena ausente.
Corro pera ela; e ela então parece Que mais de mim se alonga, compelida. Brado: – Não me fujais, sombra benina!